♪♪ = Dinâmicas Musicais? 3

. quinta-feira, 8 de julho de 2010
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O Banco de Atividades – Dinâmicas de Grupo surgiu dentro da disciplina Introdução ao Estágio de Docência em Música, no ano de 2010/1, no curso de música da UFRGS, sob orientação da Professora Luciana Del Ben, para ajudar a nós, alunos, na organização de propostas a serem desenvolvidas em sala de aula.



As dinâmicas são fortes ferramentas que possibilitam a criação do conhecimento de uma forma amigável e descontraída e ainda trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros de um grupo.

Dinâmica 3

Dinâmica: Dois círculos

Categoria: Quebra-Gelo (descontração)
Finalidade: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam ao menos o nome umas das outras antes de se iniciar uma atividade em comum.
Para quantas pessoas: é importante que seja um número par de pessoas. Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.
Material: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador mas que possa variar o andamento.

Descrição da dinâmica:
1. Formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas.
2. Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para um lado no andamento apresentado pelo som da música.
3. Quando a música pára de tocar, as pessoas devem parar imediatamente e se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento.
4. Repete-se até que todos tenham se apresentado, em cada vez com um andamento diferente.
5. A certa altura pode-se, também, misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer.



Fonte: SERRÃO, Margarida de. BALEEIRO, Maria Clarice. Aprendendo a ser e a conviver, Editora "FTD", 1999.

♪♪ = Dinâmicas Musicais? 2

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O Banco de Atividades – Dinâmicas de Grupo surgiu dentro da disciplina Introdução ao Estágio de Docência em Música, no ano de 2010/1, para ajudar a nós, alunos, na organização de propostas a serem desenvolvidas em sala de aula.


As dinâmicas são fortes ferramentas que possibilitam a criação do conhecimento de uma forma amigável e descontraída e ainda trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros de um grupo.

Dinâmica 2

Dinâmica: A construção coletiva da imagem da música

Finalidade: Fazer com que os membros do grupo sintam-se à vontade uns com os outros e compartilhem as imagens formadas em suas mentes pela música ouvida percebendo o fraseado musical.
Material: Som com música de escolha do professor. Folha de papel. Gizes de cera.

Descrição da dinâmica:
1. Orientar os participantes para sentarem em círculo;
2. O assessor distribui para cada participante uma folha de papel sulfite e um giz de cera.
3. Em seguida orienta para desenhar a imagem que a música pode formar na mente de cada um e ao final de cada frase musical ouvida o participante deve passar a sua folha ao participante do lado para que esse continue o desenho.
4. O professor coloca a música no aparelho de som e todos começam o desenho.
5. Quando a folha voltar ao participante de origem, orientar para dar personalidade ao desenho final colocando nele seus traços pessoais.
6. Pedir para o grupo interpretar os sentimentos dos outros através dos desenhos.
7. Pedir ao grupo para dizer que sentimentos vieram ma mente


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dinâmica adaptada no site http://www.mundojovem.pucrs.br/subsidios-dinamicas-41.php, disponível em 21/06/2010.

♪♪ = Dinâmicas Musicais? 1

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O Banco de Atividades – Dinâmicas de Grupo surgiu dentro da disciplina Introdução ao Estágio de Docência em Música, no ano de 2010/1, para ajudar a nós, alunos, na organização de propostas a serem desenvolvidas em sala de aula.


As dinâmicas são fortes ferramentas que possibilitam a criação do conhecimento de uma forma amigável e descontraída e ainda trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros de um grupo.

Dinâmica 1

Dinâmica: Quanto tempo eu tenho?

Categoria: Quebra-Gelo (descontração)
Finalidade: Provocar a desinibição e conhecimento do outro ao mesmo tempo percebendo andamentos e caráter musical.
Material: Som com música de diversos andamentos, caráter, expressividades... Caixa de fósforos. Um cartaz ou fichas: de onde é, de que mais gosta, qual seu estilo, etc. (Pode-se criar outras conforme o objetivo proposto).

Descrição da dinâmica:
1. Todos, em círculo, o professor distribui um palito de fósforo, não usado.
2. As fichas devem estar em lugar visível (pode ser no centro do círculo), o participante retira a ficha contendo o que ele deverá expor.
3. Pedir ao participante que risque o fósforo. Ao mesmo tempo em que a chama se acende, a música é acionada no aparelho de som.
4. Enquanto o fósforo estiver aceso, ele vai se apresentando, falando de si de acordo com a ficha que retirou e de acordo com o caráter, expressividade ou andamento da música, o participante terá que dar o seu tom de voz, ritmo, e intensão na maneira de se apresentar.
5. Cuidar para que ele fale só o tempo em que o fósforo estiver aceso.

Comentários:
1. Conseguimos expressar os pontos mais importantes na nossa apresentação? Como me senti? É fácil falar de nós mesmos? O que significa um fósforo aceso? (marcando tempo) Qual a diferença entre os diversos estilos musicais apresentados? Qual a influência da música na apresentação de cada um?
2. Analisar todas as situações que aparecem durante a dinâmica.

Resultados Esperados
1. Ter feito uma reflexão sobre nosso tempo de vida e o que podemos ser para os outros.  
2. Melhor conhecimento do grupo.
3. Percepção de parâmetros de andamento, caráter e estilo.




dinâmica adaptada no site http://www.mundojovem.pucrs.br/subsidios-dinamicas-41.php, disponível em 21/06/2010.

♪♪ = Partituras internacionais?

. domingo, 6 de junho de 2010
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Encontrei algumas partituras, tablaturas e SongBooks no 4Shared e coloquei-as aqui.


São partituras, tablaturas e songbooks de vários nomes do Rock, Pop ou Jazz que você poderá baixar em formato PDF e estão hospedadas no 4shared, um HD virtual gratuito e fácil de baixar.


Digite Ctrl+F para facilitar a busca.



Janis Joplin - Janis A Collection Of 16 Janis Joplin Classics Download

LIGHTNIN HOPKINS - THE GUITAR OF LIGHTNIN HOPKINS: Download

Stevie Ray Vaughan - In The Beginning  Download

Robert Johnson - King Of The Delta Blues Download

Howlin Wolf - Featuring Hubert Sumlin Download

Best of Johnny Winter Download

Chuck Berry Songbook - (Hal Leonard) Download

Buddy Guy - A thru J Collection: Download

Chuck Berry songbook  Download

removido a pedido por (reivindicação de DMC)

Bb King - Blues Master Text For I Ii And Iii Download

Bb King - The Best Of (Guitar Tab Songbook) Download

Blues standards - Vol2 - Chicago blues Download

Chicago Blues Guitar Download

Chris Hunt - Blues by the bar Download

Eric Clapton - Blues Power  Download

Eric Clapton - from the cradle Download

Eric Clapton - BB King - Riding With The King Download

Delta Blues Guitar - Stefan Grossman Download

Buddy Guy - Feels Like Rain Download

In Session with Chuck Berry: Download

Hooker John Lee - A Blues Legend  Download

Led Zeppelin - Blues Classics Download

Muddy Waters - Deep Blues Download

Freddie King - 15 Great Songs From A Blues Legend Download

Stevie Ray Vaughan - Soul To Soul Download

Jimi Hendrix - Blues Download

Sonny Terry Licks for Blues Harmonica Download

Stevie Ray Vaughan - The Best Of Download

Stevie Ray Vaughan - Couldn'T Stand The Weather Download

Stevie Ray Vaughan -The Sky Is Crying  Download

Stevie Ray Vaughan - In Step Download

Stevie Ray Vaughan In the Beginning Download

Stevie Ray Vaughan Soul To Soul Download

Stripes Download

The_Best_of Janis Joplin: Download


Vale lembrar que este site não hospeda os arquivos. Apenas indica links que já estão na net. Sou totalmente contra a PIRATARIA!


Não use software pirata. Use Software livre. Use Linux.

Quer mais partituras? neste post tem. 



Oportunidade de aprender música com aulas particulares na cidade de Gravataí-RS ou região metropolitana de Porto Alegre. 

R$ 200,00 mensais na residência do aluno ou, a partir de R$ 80,00 para aulas em grupo 

Crianças apartir de 7 anos.

informe-se: gesiel.vargas@yahoo.com.br
51 84223394 (WhatsApp)



E em breve, mais arquivos para baixar.

♪♪ = Música ao Vivo?

. sexta-feira, 4 de junho de 2010
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A música nem sempre recebe a merecida atenção num evento, mas, muitos não se dão conta é que dela dependerá, em grande parte, o sucesso de uma festa e a satisfação de seus convidados.



O que torna a música ao vivo interessante é o fato de um bom músico ser capaz de dar interpretações individuais e únicas a uma mesma canção. Ouvir músicas e suas diversas leituras, além de poder escolher, entre tantas formações disponíveis, a que melhor se adéqüe a um determinado tipo de evento ou espaço, são os atrativos da música ao vivo. Além disso, a acústica envolvente apresentada num som advindo de um instrumento presente é muito superior em detalhes ao de um som mecânico.

Pensando nisso, criamos o Chords Musical.

Chords Musical é um grupo especializado em Música ao Vivo para eventos, cerimônias, formaturas, aniversários, casamentos, etc

Trabalhamos para aumentar o grau de satisfação de seus convidados proporcionando música ao vivo com Dueto de Sax, Sax e Violão, Sax e Trompete, Sax e Teclado, e outras combinações de instrumentos, e isso não lhe custa caro.
Valores a partir de R$ 200,00 para eventos e de R$ 140,00 para homenagens particulares.

Repertório com música erudita, popular, gaúcha e internacional. Também trabalhamos com música sob encomenda.

Atendemos região metropolitana de Porto Alegre, Vale do Sinos e cidades do litoral Norte do Estado.
Consulte sobre outras cidades ou regiões.

Entre em Contato diretamente com Gesiel (51) 84223394 (gesielsvargas@yahoo.com.br) ou ainda no email do grupo: chordsmusical@msn.com


Promoção para a cidade de Gravataí

♪♪ = Aulas de Música?

. sexta-feira, 26 de março de 2010
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Oportunidade de aprender música com aulas particulares na cidade de Gravataí-RS ou região metropolitana de Porto Alegre. 

R$ 40,00 por aula na residência do aluno + taxa de deslocamento (consulte sobre o seu bairro)
Crianças apartir de 7 anos.

♪♪ = Música Eletrônica?

. sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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Depois de muito tempo sem postar por estar sem tempo, vou reproduzir um artigo que vale muito a pena.

A artigo é de Saulo Eduardo Fernandes Wanderley, formado em Jornalismo (Cásper Líbero) e Composição & Regência (UNICAMP), diretor da PAUTA Arte & Comunicação Ltda. , editor da revista On&Off, e autor do blog PLAY.
O artigo encontra-se em:

É muito bom ler algo assim, de alguém que escreve com tanta propriedade sobre um assunto que é meu no cotidiano, afinal, esse é o tema de minha pesquisa na UFGRS.


"Nos anos 60, 70 e 80 quem queria se profissionalizar como músico sonhava ser um instrumentista animal, um compositor genial ou um cantor superlegal. A mediocridade da máquina fonográfica oficial está conseguindo fazer com que o sonho se resuma a ser um DJ bestial, e não na acepção lusa do adjetivo. Mas DJ sabe o que é acepção?



Decepção à parte, os jornalistas ditos especializados contribuem animadamente para a desinformação crônica, chamando o produto dos DJs de "Música Eletrônica". Além de usarem mal o rótulo, revelam sua rotunda ignorância histórica, quando chamam música da mais vagabunda qualidade de eletrônica. Mas jornalista especializado sabe o que é rotunda?


Sabendo ou não, música eletrônica é a música produzida a partir de não-instrumentos, ou de instrumentos adaptados de forma a produzirem som modificado pela eletricidade. Mas jamais será não-música produzida a partir elementos frustrados por não saberem produzir som a partir de sua simples motricidade.


Vamos a alguns fatos que podem ajudar a quem interessar possa a não fazer de seu ouvido um receptáculo de bosta. Em 1859 David Hughes inventou um telégrafo que usava um teclado parecido ao do piano. E em 1876 já se prenunciava a cumplicidade do telefone - ou da telemática - com a música. Elisha Gray inventou o piano eletromusical, que transmitia sons através de fios.



Como todos sabem, em 1877 Thomas Alva Edison inventou o fonógrafo, a princípio usando papel e depois um cilindro de metal. E em 1897 Votey inventou a pianola, um instrumento que usava uma fita de papel perfurado. Na virada do século, em 1906 (o século demorava uns 5 anos pra virar na época) Thaddeus Cahill inventou o Dynamophone, instrumento que produzia 200 sons através de dínamos, e os transmitia por fios telefônicos. No mesmo ano Lee De Forest inventou a primeira válvula, o Triode.


Em 1910 mais uma parceria com a música: o rádio, com a primeira transmissão ao vivo em Nova York. Em 1912 os italianos Luigi Russolo e Filippo Marinetti decretavam a música eletrônica no movimento futurista, cujo manifesto se chamava Música Futurista: "... para agregar aos temas centrais do poema musical o domínio das máquinas e o vitorioso reinado da eletricidade." Como se percebe, os DJs estão apenas 90 anos atrasados.


Em 1920 o russo Leon Theremin inventou o Aetherphone, que usava osciladores a vácuo para produzir notas musicais. As notas eram aumentadas ou diminuídas de volume pela posição da mão do executante contra uma antena, e movendo a outra mão por uma haste se alteravam as alturas entre o grave e o agudo. A banda de rock inglesa Led Zeppelin e muitos outros artistas contemporâneos usaram o Theremin, como ficou conhecido o instrumento.


Por mais que os DJs achem que os avós da música eletrônica foram os alemães do Kraftwerk, os alemães que não queriam saber se o Kraft iria existir ou não, destruíram na segunda guerra os 3 dos principais instrumentos criados por Jorg Mager em 1922: o Spharophon, o Partiturophon e o Kaleidophon, aplicados em produções teatrais. Mas bem antes a França já mostrava serviço contra os alemães.



Em 1928 o francês Maurice Martenot inventou um instrumento parecido com o Theremin, que substituía a antena por um captador de eletrodo que os executantes disparavam passando um anel pelo teclado. Ficou conhecido como Ondes Martenot. Já o que os DJs fazem décadas atrasados é conhecido atualmente como bate-estaca, bem diferente da onda do martelô, como poderíamos chamar a repercussão que a invenção de Maurice teve na ocasião.


Em 1929, em plena depressão norte-americana, o ianque Laurens Hammond inventou o órgão eletrônico, que usava 91 discos eletromagnéticos rotatórios coordenados por um motor e outros mecanismos que variavam os parâmetros dos sons. Meia-dúzia de anos mais tarde, em 1935 os alemães contratacaram criando o primeiro gravador de fita magnética, o AEG - Allegemeine Elektrizitats Gesellschaft.


Em 1937 a chamada multimídia começou a rolar. O diretor de cinema Orson Welles foi o primeiro a usar em seus filmes (War Of The Worlds) as técnicas da música eletrônica. Em 1944 a música eletrônica entrou na dança. Percy Grainger e Burnett Cross inventaram uma máquina que criava sons a partir de performances humanas. Bastou que o Bell Labs desenvolvesse em 1947 o transistor, para que a música eletrônica chegasse ao rádio de vez.



Em 1948 um técnico de som da RTF - Radio Television Française - compôs uma peça baseada em sons gravados, que não se originavam de nenhum instrumento musical. Pierre Schaeffer criava assim a música concreta, ainda meio confundida com a música eletrônica. Mas longe da confusão que fazem os DJs, que confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão. Mas DJ sabe o que é caçarola? Atenção: não é caça-rola.


Em 1951 uma boa idéia: o estúdio da RTF se transformou oficialmente na sede do Grupo de Música Concreta, reunindo a nata dos compositores contemporâneos, como Olivier Messiaen e seus alunos George Barraque, Pierre Boulez e Karlheinz Stockhausen. Mas no ano seguinte uma dissidência: Boulez e Stockhausen saem do Grupo de Música Concreta e vão para outra emissora de rádio em Colônia na Alemanha - a Westdeutscher Rundfunk - onde, junto com Herbert Eimert começam a produzir a chamada Elektronische Musik, a pioneira, verdadeira e bem delineada música eletrônica.


Em 1954, Stockhausen, baseado nas pesquisas de Helmhotz, compõe os Estudos I e II, construindo sons sintetizados mais complexos, baseados em freqüências de som puras. Mas em 1955 o computador já engatinhava: Harry Olson e Belar, ambos da RCA, inventam o Electronic Music Synthesizer, que usava determinadas formas de onda filtradas. A máquina era programada através de um teclado tipo máquina de escrever auxiliado por tiras de papel perfurado com código binário em 40 canais.

Em 1958 acontece a primeira performance multimídia em instalação, no Philips Pavilion - um prédio projetado pelo famoso arquiteto Le Corbusier - que usava 425 caixas de som acompanhadas de projeções de imagens. Já em progressão geométrica de desenvolvimento, em 1959 Max Mathews e Joan Miller, do Laboratório Bell escreveram os primeiros softwares sintetizadores, o Music4 e o Music5, em linguagem FORTRAN. DJ sabe o que FORTRAN? Não é droga nova.

Mas nem tudo eram flowers & powers nos EUA nos anos 60, e em 1961 aconteciam os primeiros concertos de música eletrônica no estúdio da Columbia em Princeton, recebidos com hostilidade pelo meio acadêmico. Roberto Moog e Herbert Deutsch criavam o sintetizador baseado em voltagem controlada. Em 1964 o sintetizador Moog teve sua versão final lançada, graças à miniaturização dos circuitos eletrônicos. Gottfried Michael Koenig usou o software PR-1, ainda em FORTRAN, em um computador IBM 7090.

Em 1967 a música popular, mas exatamente o rock começava a usar a música eletrônica. O Grateful Dead lançou o álbum Anthem Of The Sun e Frank Zappa lançou o álbum Uncle Meat, ambos usando manipulação eletrônica. Dois anos depois Godfrey Winham e Hubert Howe adaptaram o software Music4 para um computador IBM 7094 em linguagem ASSEMBLY. O Music5 ganhou versões para IBM 360. Mathews e Richard Moore desenvolveram o programa Groove para sintetizadores analógicos.

Em 1972 a música eletrônica continua se popularizando, e o Pink Floyd lançou o álbum Dark Side Of The Moon, usando sintetizadores e gravações de música concreta. Em 1977 Peter Samson cria o SCDS - Systems Concepts Digital Synthesizer - que criava sinais e os processava em tempo real. Tinha 256 osciladores, 128 modificadores de sinal e uma memória considerável. Em 1981 Moore continua aperfeiçoando o Music5 que passa a ser escrito em linguagem C de programação, que logo ganha o nome de CMusic.

Em 1984 foi criado o MIDI - Musical Instruments Digital Interface - para padronizar a comunicação entre computadores e instrumentos musicais eletrônicos. Atualmente ao se falar em MIDI estamos nos referindo a 3 elementos: a Linguagem MIDI (especificações técnicas), o Conector MIDI (um hardware) e o Formato MIDI (como temos formatos de imagem, texto etc.). E em 1985 foi lançada a linguagem HMSL - Hierarchical Music Specification Language - baseada em uma série de informações chamadas morphs (de morphological, design morfológico).

Em 1986 o software Max (atenção DJs: não confundir com o heavyware Max Cavalera) foi desenvolvido em linguagem C por Miller Puckette, e lançado pela empresa Opcode. Era o primeiro programa a usar interface gráfica em plataforma Macintosh, e David Zicarelli o aperfeiçoou a partir de 1989. Mas desde 1987 já era comercializado o Macintosh II pela Apple, enquanto a plataforma PC ia adotando o protocolo MIDI, e o primeiro gravador de DAT era comercializado.

Em 1989 a Digidesign apresentava ao mercado o sistema Sound Tools para computador Macintosh modelo 1604. Em 1990 a Sony lançava oficialmente o CD gravável, conhecido como CDR (Compact Disk Recordable) e, não contente, lançava também em 1991 o MD - Minidisc - enquanto a Alesis apresentava o sistema ADAT, que usava fitas de VHS para registrar som.

A partir da década passada os DJs já se lembram de alguma - ou todas - as coisas que usam para produzir seus embalos. Não tenho nada contra a dança, aliás, aprecio uma contradança. Mas o ponto é que ninguém, que não saiba a diferença entra um contraponto e um ponto contra, pode nos apontar o norte musical. Nem com sorte. E espero que mais esse modismo se aborte, e a verdadeira música eletrônica soe cada vez mais forte."

♪♪ = Métodos para Instrumentos?

. domingo, 2 de agosto de 2009
14 comentários

O importante não é "O" método, mas sim "TER" método.
dica: digite "Ctrl + F" para pesquisar neste post.
Possivelmente você precisará do "winrar" para descompactar algum arquivo.

Violão
Henrique Pinto - Iniciação ao Violão - Vol 1 - Download

Henrique Pinto - Iniciação ao Violão - Vol 2 - Download

Mauro Giuliani - Método para Violão - Download

Escalas e Arpejos para Violão - Eythor Thorlaksson - Download

Sor-Coste - Metodo completo para violão.pdf - Download

 

Teoria Musical / Solfejo / Livros sobre Música

Paschoal Bona - Metodo para Divisão Musical.pdf - Download

Nelson Faria - A Arte da Improvisação.pdf - Download

Nelson Faria - Escalas, Arranjos, Arpejos.pdf - Download

Palestrina - Contraponto Modal.pdf - Download

Método para Arranjos - Com Áudio .pdf - Download

Almir Chediak - Harmonia e Improvisação.pdf - Download

Princípios Básicos da Música para Juventude.pdf - Download

Pozzoli - Guia Teórico Prático.pdf - Download

Bohumil Med - Teoria da Música.pdf - Download


Trompete

ARBAN - Complete Conservatory Method for Trumpet.pdf - Download

Jorge Nobre - Guia Prático para Trompete.pdf - Download

Governo do Ceará - Método para Trompete.pdf - Download

Laurent, Rene - Enseignement de la Trompette.pdf - Download

D. Gatti - Método para Trompete Vol 3.pdf - Download

Charles Colin - Método para Trompete.pdf - Download

Jay_Lichtmann - Desenvolvimento e técnica para Trompete.pdf - Download

O Som do Trompete - 295pág.pdf - Download

Trompete - Estudos para Flexibilidade.pdf - Download

Trompete - Estudos para Aquecimento.pdf - Download

Trompete - Estudos dos registros agudos.pdf - Download

Trompete - Preparação do Bocal.pdf - Download


 

Saxofone

H. Klosé - Método para Saxofone.pdf - Download

César Albino - Método de Saxofone.pdf - Download

Henry Lindeman - method for saxophone .pdf - Download

Skornicka, J. E. - Intermediate Method Saxophone.pdf - Download

Skornicka, J. E. - Elementary Method Saxophone.pdf - Download

Sigurd M. Raschér - Top Tones For Sax (Methode).pdf - Download

Bozza - 14 Estudos de Modos Carnáticos.pdf - Download

Caravan, Ronald L - Preliminary Exercises & Etudes In Contemporary Techniques.pdf - Download

Eric Marienthal- Comprehensive Jazz Studies & Exercises.pdf - Download

Amadeu Russo - Método para Sax.pdf - Download

 

Flauta

Alphonse Ludec - Moyse, Marcel - Debutant Flutiste .pdf - Download

Moyse - 25 estudos para flauta.pdf - Download

Moyse - Enseignement Complet de la Flûte.pdf - Download

Taffanel & Gaubert - Método de flauta para exercícios diários.pdf - Download

Taffanel & Gaubert - Método completo para flauta.pdf - Download


Clarineta

ALLEN - estudos progressivos - PARTE 1 de 2.pdf - Download

Jorge Nobre - Aprendendo a Tocar Clarinet.pdf - Download

Klose - Método Francês para Clarinet.pdf - Download

Rubank - Método Básico para Clarinet.pdf - Download

Magnani - Método Completo para Clarinet.pdf - Download

Leblanc - Livro de Estudos para Clarinet Vol 1.pdf - Download

Leblanc - Livro de Estudos para Clarinet Vol 2.pdf - Download

 

Trombone

BandFolio - trombone nível Básico - Vol 1.pdf - Download

BandFolio - trombone nível Intermediário - Vol 2.pdf - Download

Blast an Spielt Mit - Método Alemão - Duetos Trombone e Trompa.pdf - Download


Trompa

Método pra Trompa F.pdf - Download


Baixe partituras gospel aqui.


Se você gostou do conteúdo, tem alguma sugestão, quer sugerir algum outro método, não encontrou o que precisava ou quer fazer alguma crítica ou elogio, faça algum comentário. COMENTE







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Quem está Online?

Vídeo

Vou sempre colocar aqui algum vídeo musical interessante que eu encontrar no youtube. Esse é o terceiro vídeo que coloco aqui, o The Voca People que estarão aqui em Porto Alegre, direto de Tel Aviv: