♪♪ = Música e Tecnologia?

. segunda-feira, 30 de junho de 2008
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Impacto da tecnologia na música é radical, diz estudo.

Projeto brasileiro aponta que computador modificou a música de forma profunda. Transformação também é vista na composição, pois máquina facilita análise de som.

Um projeto realizado por pesquisadores brasileiros indica que o computador modificou a música de forma profunda e definitiva. “Seja como ferramenta para composição, para tratamento de material sonoro, para aprimoramento de técnicas instrumentais tradicionais ou simplesmente como instrumento musical”, diz o estudo, publicado nesta semana pela agência Fapesp.

A presença da máquina, continua, provocou uma alteração radical na concepção da música acústica, escrita em partitura. Isso porque o computador agiliza cálculos e também facilita a análise de sons, de acordo com o projeto “O espaço de composição e performance musical: computador e ambiente acústico”, coordenado pelo professor e compositor Silvio Ferraz Mello Filho, do Departamento de Música da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Com a máquina, é possível fazer a análise do som de um sino, isolar suas componentes e brincar de refazer esse som com uma orquestra sinfônica ou com um quarteto de cordas, por exemplo. Segundo o especialista, esse tipo de possibilidade fez com que as novas tecnologias tivessem implicações muito grandes no modo contemporâneo de compor.

O professor afirmou que, desde o final da década de 60, existe a previsão de que o computador se tornaria uma ferramenta de grande utilidade para os músicos. “Observando o desenvolvimento da música eletroacústica e eletrônica, depois da popularização do computador, verificamos que ele se tornou um instrumento quase que obrigatório. E não se trata apenas de fazer partituras no computador: o músico trabalha de fato com linguagem de programação”, disse à agência Fapesp.

O projeto de pesquisa envolveu diversas instituições do país e gerou mais de 20 teses, dissertações e trabalhos de iniciação científica, além de publicações, concertos, palestras, workshops e interação internacional. Ele foi concebido para atualizar os estudantes da Unicamp sobre novos softwares de performance musical. Uma das ferramentas utilizadas durante seu desenvolvimento foi o software Max/MSP, que permite a transformação de sons em tempo real.

Leia mais no portal G1

♪♪ = Música nas Escolas4?

. quinta-feira, 26 de junho de 2008
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Projeto que obriga escolas a ensinarem música vai a sanção de Lula

Isabel Braga - O Globo
BRASÍLIA - A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta quarta-feira, em caráter conclusivo, projeto que inclui a música como conteúdo obrigatório na educação básica. Já aprovada pelo Senado, a proposta - que estabelece ainda que as aulas de música deverão ser ministradas por professores com formação específica na área - segue agora para a sanção presidencial. Os estabelecimentos de ensino terão três anos para se adaptarem à nova exigência.

De autoria da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), o projeto altera a Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB). Atualmente a LDB já prevê o ensino de arte nos ensinos fundamental e médio, mas não especifica o conteúdo. A senadora Roseana argumenta que da forma como está hoje, a LDB dá margem a ambigüidades, já que a expressão "ensino de arte" permite várias interpretações e normalmente as escolas optam por práticas diversas de educação artística, sem dar espaço para o ensino da música.

O relator da proposta na Comissão de Educação e Cultura da Câmara, foi o deputado e cantor Frank Aguiar (PTB-SP). Favorável ao projeto, Frank Aguiar também destacou em seu relatório que a senadora Roseana deu voz a uma antiga reivindicação de educadores, músicos, estudantes e pais. Aguiar afirma que, embora a LDB já obrigue o ensino de arte na educação básica, a maior parte dos estabelecimentos não usa a arte como algo essencial ao processo pedagógico.

"Isso se revela na contratação de profissionais não qualificados, na diminuta carga horária, no menosprezo pelo conteúdo de arte em relação às disciplinas tradicionais. Além disso, a maior parte das escolas opta pela contratação exclusiva de professores de educação artística, reduzindo significativamente o potencial do contato pedagógico dos estudantes com a música", diz Frank Aguiar, em seu relatório.

Na CCJ, o projeto foi relatado e aprovado pelo deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), que crê que a iniciativa irá estimular a descoberta de novos talentos:

- Acredito que a receptividade será a melhor possível. O ensino da música dentro de Artes permite um aumento da cultura, capacitação. Além disso, música é alegria.
Fonte: O Globo
Leia mais em: Música nas Escolas3.

♪♪ = Música Antiga?

. terça-feira, 24 de junho de 2008
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Egípcios tentam recriar a música dos faraós

Um grupo de arqueólogos e musicólogos egípcios tenta recriar, com base em hieróglifos antigos, a música que era ouvida nos tempos em que os faraós governavam o Egito.

Apesar de existirem várias imagens de músicos e instrumentos e menções de canções registradas em pedras ou papiros, os antigos egípcios não deixaram indicações que dessem pistas sobre a notação das músicas.

"A idéia é promover uma cooperação entre pesquisadores para tentar chegar ao som que era feito há milênios", afirma Abdel Halim Nureldin, professor de arqueologia e ex-chefe do Conselho de Antiguidades do país, que coordena o projeto.
"Eles vão usar como base os hieróglifos e os movimentos mostrados nas imagens. Arqueólogos vão interpretar os textos para musicistas para tentar chegar juntos a uma conclusão", diz Nureldin.

Cotidiano
O projeto é de responsabilidade da Universidade de Helwan, no Cairo, que há três anos já tem um curso de música antiga, que busca mostrar como as canções eram parte cotidiana da vida egípcia.

"Temos evidências de que havia música em todos os aspectos da vida egípcia, em todas as classes sociais", afirma Nureldin.
"Homens, mulheres e crianças podiam ser músicos. Existem vários registros de pessoas tocando com os olhos vendados para aprimorar a técnica."

O arqueólogo afirma que existiam canções religiosas, nacionalistas, militares ou que retratavam situações do cotidiano.

Elas eram tocadas em instrumentos de corda, sopro e percussão.

"Produzimos alguns instrumentos, mas ainda não sabemos com toda certeza os sons que eles têm, se estão sendo tocados da mesma forma que eram há milênios", diz Nureldin.
"Acreditamos que as músicas tenham sido transmitidas por tradição oral, mas a ideía de que venhamos descobrir notações musicais não pode ser descartada."
"Afinal foi esse povo que criou as primeiras letras e a escrita", afirma o arqueólogo.

Fonte: O globo

Maiores informações no site da BBC

♪♪ = Música nas Escolas3?

. segunda-feira, 23 de junho de 2008
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Música pode se tornar disciplina obrigatória no País

Portal Terra

Depois da filosofia e da sociologia, que são agora disciplinas obrigatórias no ensino médio no País, pode chegar a vez da música. O Ministério da Educação (MEC) reconhece a importância do ensino de música na educação básica, e a questão está sendo discutida porque o Senado aprovou o projeto de lei nº 2.732/08, de autoria da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), incluindo a disciplina nos currículos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Carlos Artexes Simões, coordenador-geral do Ensino Médio da Secretaria de Educação Básica (SEB) do ministério, informa que, "até o momento, o MEC acredita que exista uma dificuldade nos pontos de vista operacional e de profundidade do tema". O apoio ao ensino de música foi objeto de manifestação de um grupo de artistas, em 8 de abril, em audiência com o ministro Fernando Haddad.

A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB - nº 9.394/96), que já determina o aprendizado de arte nos ensinos fundamental e médio, mas sem especificar o conteúdo. Pelo projeto, o ensino musical deveria ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo do ensino de Arte no currículo regular da educação básica.

Para Carlos Artexes Simões, ainda é necessário um estudo a longo prazo para o ministério ter um posicionamento definitivo.

- O ideal é ter uma disciplina com um conteúdo que não seja apenas formal, mas que tenha também um saber científico aprofundado - explicou.

Para ele, a discussão para dar o caráter obrigatório a disciplinas é muito complexa e é preciso avaliar quatro pontos distintos:

Primeiro, é a autenticidade, para se avaliar o nível de coerência da proposta. Em segundo, a legitimidade, onde se aprecia o reconhecimento por parte da sociedade brasileira para inserir o tema. O terceiro, a responsabilidade. E o quarto e último, a operacionalidade, definido pelo especialista como "fundamental", devido a necessidade de ações concretas que garantam sua viabilização.

Após isso, o MEC passa a se preocupar em regulamentar o nível de implantação ao lado dos conselhos nacionais e estaduais de educação.

O deputado Frank Aguiar (PTB-SP), relator do projeto de lei na Câmara, concorda que ainda não exista um consenso de operacionalidade do projeto, mas acredita que se ele tornará viável dentro de algum tempo.

- Neste momento, é difícil viabilizá-lo por ser muito recente, porém, as escolas terão um prazo de três anos para se adaptarem às novas regras - destaca.

O parlamentar diz estar confiante na aprovação do plano, que "provavelmente entrará na pauta de votação da Casa nas próximas semanas". Ele informou que a proposta foi aprovada na Comissão de Educação e Cultura da Casa, no dia 28 de maio e, se passar na Comissão de Constituição e Justiça, poderá virar lei.

Aguiar, que também é músico conhecido popularmente por cantar forró, classifica como extremamente importante o retorno da disciplina às escolas públicas do País.
- O Brasil perdeu muito no momento em que deixou de ter música no currículo da educação básica - considerou.
Leia mais sobre o assunto: Músicas nas Escolas2, Músicas nas Escolas1.

♪♪ = Ditos Populares

. domingo, 22 de junho de 2008
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Essa não tem a ver diretamete com músicas, mas, recebi de um amigo e achei interessante.

Nossa Língua Portuguesa
Profº Pasquale Cipro Neto

No popular se diz: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro'
Correto: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro'
EU NÃO SABIA. E VOCÊ?

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.'
Enquanto que o correto é: 'Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'

'Cor de burro quando foge.'
O correto é:
'Corro de burro quando foge!'

Outro que no popular todo mundo erra: 'Quem tem boca vai a Roma.'
O correto é: 'Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar).

Outro que todo mundo diz errado,
'Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correto é:
'Esculpido em Carrara.' (Carrara é um tipo de mármore)

Mais um famoso... 'Quem não tem cão, caça com gato.'
O correto é: 'Quem não tem cão, caça como gato... ou seja, sozinho!'

♪♪ = Crianças na Música?

. domingo, 8 de junho de 2008
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Crianças têm vida mais saudável brincando com música
Por Selma Petroni

Especialistas têm apontado a obesidade e o stress infantil como um dos principais problemas sofridos pelas crianças e suas respectivas famílias nos dias de hoje. No entanto, tal diagnóstico tem como causa diversos fatores que vão desde a alimentação incorreta até hábitos inadequados, como o sedentarismo, que tem se mostrado constante em diversos países da Europa, Estados Unidos e, infelizmente, o Brasil.

Ao longo do meu trabalho especializado em musicalização infantil, tenho mantido relacionamento diário com mães preocupadas com a educação de seus filhos em diversas faixas etárias. No geral, estão aflitas com suas crianças que só querem saber de play station, televisão, computadores e aparelhos eletrônicos. Para tudo utilizam o controle remoto. Quando a proposta é jogar um futebol com os amigos são capazes de responder: "então eu preciso de um controle mais avançado para marcar os gols"; ou seja, até para jogar futebol as crianças recorrem ao vídeo game. Nada de exercícios físicos. A agitação comum da idade é extravasada por meio de uma tela de TV e inúmeros botões

A agitação das crianças começa a ser notada quando ainda são bebês. É comum ver pais um pouco perdidos, para não dizer estressados, com seus bebês que, ainda no colo, já dão um imenso trabalho. Ainda recém-nascidos ou com pouco mais de seis meses não sabem fazer silêncio, choram quando não conseguem o brinquedo na hora em que eles querem e não sabem se relacionar com as pessoas e outras crianças.

A meu ver é preciso cuidar da super agitação, da falta de concentração e da falta de socialização ainda nos primeiros meses de vida, com o objetivo de prevenir ou, pelo menos, diminuir a incidência de outros problemas, como os de saúde recorrentes da infância.

A prática de exercícios físicos, como ioga e natação para os bebês, já é conhecida e recomendada. Já para as crianças é imprescindível. Entre os benefícios estão as descargas de energia, que levam a um sono mais tranqüilo, à socialização e ao bem estar físico e mental. No entanto, o que ainda é pouco divulgado, mas que também oferece excelentes resultados, é a musicalização de bebês e crianças.

O envolvimento dos bebês com o universo sonoro começa antes do nascimento, pois na fase intra-uterina o bebê já convive com alguns sons provocados pelo corpo da mãe como o coração batendo, a respiração e a circulação sanguínea. Após o nascimento, o bebê faz interações com diversos sons do cotidiano, como TV, automóveis, voz de pessoas, música, sons de animais; e assim desenvolve seu repertório de comunicação.
Muitos estudos confirmam os benefícios adquiridos com a musicalização na infância, que é aconselhada a partir dos oito meses de idade. Vale destacar Andrzes Janicki, médico polonês especializado em musicoterapia, que realizou experiências nesse campo e concluiu que a música influencia nas funções de numerosos órgãos internos, na função psíquica e na memória.

Em todos os momentos de uma aula de música há espaço para o exercício sensível e cognitivo. Com um trabalho de sonorização de estórias, invenção de composições, brincadeiras, jogos de improvisação, elaboração de arranjos, audições, cantorias, desenhos de partituras, construção de instrumentos, os bebês percebem e entendem os sons e o silêncio; o momento de falar e de ouvir, o que denota respeito e obediência.
Quando os bebês participam da aula de música e têm que trocar os instrumentos, por exemplo, estão aprendendo a dividir; ou quando tocam em conjunto, entendem que cada um tem a sua vez de participar e ser ouvido. Também trabalham com os sentidos da audição, visão e tato e recebem estímulos para aprender a falar mais rápido, sem timidez e com maior vocabulário.

Para as crianças de 3 a 7 anos, por exemplo, desenvolvemos brincadeiras que são produzidas e pensadas de modo a estimular diversas características da personalidade infantil. Fazem parte da aula não só as brincadeiras de roda, mas jogos como a amarelinha com notas musicais, parlendas e construção de instrumentos também. A partir dos 3 anos as crianças já produzem chocalho, reco-reco e ganzá com latas, potes, sementes, tubos e, para isso, é preciso coordenação, criatividade, imaginação, planejamento e sugestão de idéias, que são algumas das diversas características desenvolvidas em aula.

No geral, no sistema de ensino do país, as aulas de música propõem ensaiar as crianças para apresentações do Dia das Mães, Dia dos Pais ou para o Natal, mas isso não explora as capacidades delas. Nas aulas específicas de musicalização infantil, elas aprendem música com as cantigas de ninar, as canções de roda, as parlendas e todo tipo de jogo musical que ajude as crianças a criarem um repertório e se comunicarem pelos sons.

É importante lembrar que as aulas trazem a possibilidade de brincar de uma forma mais tradicional e que é fundamental para um crescimento sadio e harmonioso. Não se trata de saudosismo, mas de proporcionar às nossas crianças a possibilidade de viver a sua própria cultura em cada fase da vida

Selma Petroni
Dedica-se aos estudos musicais desde os 07 anos de idade. É bacharel em piano e foi aluna da reconhecida pianista e professora Dinah Mihlaeff, bem como da oboísta Miriam Strambi. Ministrou aulas particulares de piano e concluiu o Curso para Órgão (Metodologia Yamaha). Especializou-se na área de musicalização infantil com cursos de Musicalização para Bebês, Pré-Iniciação Musical e Pré-Teórico. Mais tarde, completou o Curso de Formação para Professores de Musicalização Infantil e participou de diversas oficinas sob orientação da educadora Lilia Rosa, doutoranda em música da UNICAMP.Atualmente coordena e ministra aulas de música para crianças e bebês, em um amplo espaço do Centro Musical RMF, cuja proposta pedagógico-musical apóia-se na metodologia e assessoria musical da educadora Lilia Rosa.

♪♪ = Morte de Chopin?

. quarta-feira, 4 de junho de 2008
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Chopin morreu de fibrose quística e não de tuberculose - Investigação polaca

Varsóvia, 02 Jun (Lusa) - O compositor polaco Frederic Chopin não morreu de tuberculose, como até hoje se acreditou, mas devido a uma fibrose quística, segundo um estudo agora tornado público na Polónia.

Segundo a certidão de óbito do compositor (1810-1849), a sua morte, em Paris, deveu-se a uma tuberculose, mas Wojciech Cichy, da Faculdade de Medicina da Universidade de Poznan, leste da Polónia, assegura agora que a realidade foi bem diferente.

A rádio pública polaca informou que Cichy se baseia na presença de nódulos detectados no coração de Chopin na autópsia feita após a sua morte e que evidenciariam que o compositor sofria de uma enfermidade genética que afecta especialmente os pulmões, mas sem qualquer relação com a tuberculose.

O historial médico dos membros da família de Chopin seria mais uma prova a abonar esta teoria, porquanto dois dos seus irmãos morreram em consequência de enfermidades pulmonares e o mais jovem, que tinha uma saúde delicada, faleceu aos 15 anos de idade.

Os investigadores analisaram o coração do compositor, que foi trasladado para Varsóvia, a cidade onde em vida expressara o desejo de ver guardado aquele seu órgão. O corpo foi sepultado em Paris.

Chopin é uma das grandes figuras da Polónia e um dos mais importantes pianistas da história. Viveu apenas 39 anos, sempre com problemas de saúde, que o levaram a procurar alívio no clima de Maiorca, onde residiu em 1838 na companhia da sua amante, a escritora francesa George Sand.

Cichy e a sua equipa confiam em que poderão agora confirmar as suas conclusões graças ao material genético recolhido do corpo da irmã de Chopin, Emília, cujo corpo está sepultado no cemitério Powazki de Varsóvia.

A fibrose quística e as suas ramificações genéticas só foram descobertas em 1932, 83 anos depois da morte do compositor polaco.

A doença é causada por um gene defeituoso de que resulta a produção pelo organismo de um fluido anormalmente espesso e pegajoso, uma mucosidade, que se acumula nos pulmões e no pâncreas, originando infecções pulmonares muito graves e sérios problemas digestivos.
fonte: visão

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Vou sempre colocar aqui algum vídeo musical interessante que eu encontrar no youtube. Esse é o terceiro vídeo que coloco aqui, o The Voca People que estarão aqui em Porto Alegre, direto de Tel Aviv: