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♪♪ = Música Eletrônica?

. sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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Depois de muito tempo sem postar por estar sem tempo, vou reproduzir um artigo que vale muito a pena.

A artigo é de Saulo Eduardo Fernandes Wanderley, formado em Jornalismo (Cásper Líbero) e Composição & Regência (UNICAMP), diretor da PAUTA Arte & Comunicação Ltda. , editor da revista On&Off, e autor do blog PLAY.
O artigo encontra-se em:

É muito bom ler algo assim, de alguém que escreve com tanta propriedade sobre um assunto que é meu no cotidiano, afinal, esse é o tema de minha pesquisa na UFGRS.


"Nos anos 60, 70 e 80 quem queria se profissionalizar como músico sonhava ser um instrumentista animal, um compositor genial ou um cantor superlegal. A mediocridade da máquina fonográfica oficial está conseguindo fazer com que o sonho se resuma a ser um DJ bestial, e não na acepção lusa do adjetivo. Mas DJ sabe o que é acepção?



Decepção à parte, os jornalistas ditos especializados contribuem animadamente para a desinformação crônica, chamando o produto dos DJs de "Música Eletrônica". Além de usarem mal o rótulo, revelam sua rotunda ignorância histórica, quando chamam música da mais vagabunda qualidade de eletrônica. Mas jornalista especializado sabe o que é rotunda?


Sabendo ou não, música eletrônica é a música produzida a partir de não-instrumentos, ou de instrumentos adaptados de forma a produzirem som modificado pela eletricidade. Mas jamais será não-música produzida a partir elementos frustrados por não saberem produzir som a partir de sua simples motricidade.


Vamos a alguns fatos que podem ajudar a quem interessar possa a não fazer de seu ouvido um receptáculo de bosta. Em 1859 David Hughes inventou um telégrafo que usava um teclado parecido ao do piano. E em 1876 já se prenunciava a cumplicidade do telefone - ou da telemática - com a música. Elisha Gray inventou o piano eletromusical, que transmitia sons através de fios.



Como todos sabem, em 1877 Thomas Alva Edison inventou o fonógrafo, a princípio usando papel e depois um cilindro de metal. E em 1897 Votey inventou a pianola, um instrumento que usava uma fita de papel perfurado. Na virada do século, em 1906 (o século demorava uns 5 anos pra virar na época) Thaddeus Cahill inventou o Dynamophone, instrumento que produzia 200 sons através de dínamos, e os transmitia por fios telefônicos. No mesmo ano Lee De Forest inventou a primeira válvula, o Triode.


Em 1910 mais uma parceria com a música: o rádio, com a primeira transmissão ao vivo em Nova York. Em 1912 os italianos Luigi Russolo e Filippo Marinetti decretavam a música eletrônica no movimento futurista, cujo manifesto se chamava Música Futurista: "... para agregar aos temas centrais do poema musical o domínio das máquinas e o vitorioso reinado da eletricidade." Como se percebe, os DJs estão apenas 90 anos atrasados.


Em 1920 o russo Leon Theremin inventou o Aetherphone, que usava osciladores a vácuo para produzir notas musicais. As notas eram aumentadas ou diminuídas de volume pela posição da mão do executante contra uma antena, e movendo a outra mão por uma haste se alteravam as alturas entre o grave e o agudo. A banda de rock inglesa Led Zeppelin e muitos outros artistas contemporâneos usaram o Theremin, como ficou conhecido o instrumento.


Por mais que os DJs achem que os avós da música eletrônica foram os alemães do Kraftwerk, os alemães que não queriam saber se o Kraft iria existir ou não, destruíram na segunda guerra os 3 dos principais instrumentos criados por Jorg Mager em 1922: o Spharophon, o Partiturophon e o Kaleidophon, aplicados em produções teatrais. Mas bem antes a França já mostrava serviço contra os alemães.



Em 1928 o francês Maurice Martenot inventou um instrumento parecido com o Theremin, que substituía a antena por um captador de eletrodo que os executantes disparavam passando um anel pelo teclado. Ficou conhecido como Ondes Martenot. Já o que os DJs fazem décadas atrasados é conhecido atualmente como bate-estaca, bem diferente da onda do martelô, como poderíamos chamar a repercussão que a invenção de Maurice teve na ocasião.


Em 1929, em plena depressão norte-americana, o ianque Laurens Hammond inventou o órgão eletrônico, que usava 91 discos eletromagnéticos rotatórios coordenados por um motor e outros mecanismos que variavam os parâmetros dos sons. Meia-dúzia de anos mais tarde, em 1935 os alemães contratacaram criando o primeiro gravador de fita magnética, o AEG - Allegemeine Elektrizitats Gesellschaft.


Em 1937 a chamada multimídia começou a rolar. O diretor de cinema Orson Welles foi o primeiro a usar em seus filmes (War Of The Worlds) as técnicas da música eletrônica. Em 1944 a música eletrônica entrou na dança. Percy Grainger e Burnett Cross inventaram uma máquina que criava sons a partir de performances humanas. Bastou que o Bell Labs desenvolvesse em 1947 o transistor, para que a música eletrônica chegasse ao rádio de vez.



Em 1948 um técnico de som da RTF - Radio Television Française - compôs uma peça baseada em sons gravados, que não se originavam de nenhum instrumento musical. Pierre Schaeffer criava assim a música concreta, ainda meio confundida com a música eletrônica. Mas longe da confusão que fazem os DJs, que confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão. Mas DJ sabe o que é caçarola? Atenção: não é caça-rola.


Em 1951 uma boa idéia: o estúdio da RTF se transformou oficialmente na sede do Grupo de Música Concreta, reunindo a nata dos compositores contemporâneos, como Olivier Messiaen e seus alunos George Barraque, Pierre Boulez e Karlheinz Stockhausen. Mas no ano seguinte uma dissidência: Boulez e Stockhausen saem do Grupo de Música Concreta e vão para outra emissora de rádio em Colônia na Alemanha - a Westdeutscher Rundfunk - onde, junto com Herbert Eimert começam a produzir a chamada Elektronische Musik, a pioneira, verdadeira e bem delineada música eletrônica.


Em 1954, Stockhausen, baseado nas pesquisas de Helmhotz, compõe os Estudos I e II, construindo sons sintetizados mais complexos, baseados em freqüências de som puras. Mas em 1955 o computador já engatinhava: Harry Olson e Belar, ambos da RCA, inventam o Electronic Music Synthesizer, que usava determinadas formas de onda filtradas. A máquina era programada através de um teclado tipo máquina de escrever auxiliado por tiras de papel perfurado com código binário em 40 canais.

Em 1958 acontece a primeira performance multimídia em instalação, no Philips Pavilion - um prédio projetado pelo famoso arquiteto Le Corbusier - que usava 425 caixas de som acompanhadas de projeções de imagens. Já em progressão geométrica de desenvolvimento, em 1959 Max Mathews e Joan Miller, do Laboratório Bell escreveram os primeiros softwares sintetizadores, o Music4 e o Music5, em linguagem FORTRAN. DJ sabe o que FORTRAN? Não é droga nova.

Mas nem tudo eram flowers & powers nos EUA nos anos 60, e em 1961 aconteciam os primeiros concertos de música eletrônica no estúdio da Columbia em Princeton, recebidos com hostilidade pelo meio acadêmico. Roberto Moog e Herbert Deutsch criavam o sintetizador baseado em voltagem controlada. Em 1964 o sintetizador Moog teve sua versão final lançada, graças à miniaturização dos circuitos eletrônicos. Gottfried Michael Koenig usou o software PR-1, ainda em FORTRAN, em um computador IBM 7090.

Em 1967 a música popular, mas exatamente o rock começava a usar a música eletrônica. O Grateful Dead lançou o álbum Anthem Of The Sun e Frank Zappa lançou o álbum Uncle Meat, ambos usando manipulação eletrônica. Dois anos depois Godfrey Winham e Hubert Howe adaptaram o software Music4 para um computador IBM 7094 em linguagem ASSEMBLY. O Music5 ganhou versões para IBM 360. Mathews e Richard Moore desenvolveram o programa Groove para sintetizadores analógicos.

Em 1972 a música eletrônica continua se popularizando, e o Pink Floyd lançou o álbum Dark Side Of The Moon, usando sintetizadores e gravações de música concreta. Em 1977 Peter Samson cria o SCDS - Systems Concepts Digital Synthesizer - que criava sinais e os processava em tempo real. Tinha 256 osciladores, 128 modificadores de sinal e uma memória considerável. Em 1981 Moore continua aperfeiçoando o Music5 que passa a ser escrito em linguagem C de programação, que logo ganha o nome de CMusic.

Em 1984 foi criado o MIDI - Musical Instruments Digital Interface - para padronizar a comunicação entre computadores e instrumentos musicais eletrônicos. Atualmente ao se falar em MIDI estamos nos referindo a 3 elementos: a Linguagem MIDI (especificações técnicas), o Conector MIDI (um hardware) e o Formato MIDI (como temos formatos de imagem, texto etc.). E em 1985 foi lançada a linguagem HMSL - Hierarchical Music Specification Language - baseada em uma série de informações chamadas morphs (de morphological, design morfológico).

Em 1986 o software Max (atenção DJs: não confundir com o heavyware Max Cavalera) foi desenvolvido em linguagem C por Miller Puckette, e lançado pela empresa Opcode. Era o primeiro programa a usar interface gráfica em plataforma Macintosh, e David Zicarelli o aperfeiçoou a partir de 1989. Mas desde 1987 já era comercializado o Macintosh II pela Apple, enquanto a plataforma PC ia adotando o protocolo MIDI, e o primeiro gravador de DAT era comercializado.

Em 1989 a Digidesign apresentava ao mercado o sistema Sound Tools para computador Macintosh modelo 1604. Em 1990 a Sony lançava oficialmente o CD gravável, conhecido como CDR (Compact Disk Recordable) e, não contente, lançava também em 1991 o MD - Minidisc - enquanto a Alesis apresentava o sistema ADAT, que usava fitas de VHS para registrar som.

A partir da década passada os DJs já se lembram de alguma - ou todas - as coisas que usam para produzir seus embalos. Não tenho nada contra a dança, aliás, aprecio uma contradança. Mas o ponto é que ninguém, que não saiba a diferença entra um contraponto e um ponto contra, pode nos apontar o norte musical. Nem com sorte. E espero que mais esse modismo se aborte, e a verdadeira música eletrônica soe cada vez mais forte."

♪♪ = Chimpanzé prefere consonâncias?

. sexta-feira, 31 de julho de 2009
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Estudo indica que chimpanzés são capazes de apreciar música

Pesquisa com filhote no Japão revelou que animal prefere ouvir música harmoniosa a dissonante

Da BBC News - Uma pesquisa realizada por cientistas japoneses indica que os chimpanzés podem ter uma capacidade inata de apreciar música agradável - algo que se acreditava que fosse exclusivo dos humanos.

A equipe dos pesquisadores Tasuku Sugimoto e Kazuhide Hashiya, da Universidade Kyushu, em Hakozaki, no Japão, observou as reações da chimpanzé Sakura a diferentes sons quando ela tinha entre 17 e 23 semanas de idade.

A filhote nunca tinha sido exposta a qualquer forma de música. Durante os testes, Sakura ficou deitada em uma cama e um fio de lã foi amarrado à sua mão direita. Um sistema de som com alto-falantes foi colocado ao lado da cama, tocando melodias que duravam entre 38 segundos e 63 segundos.

Toda vez que Sakura puxava o fio, o trecho de música era repetido. Foram feitos seis testes, um por semana, em seis semanas consecutivas, cada um durando cerca de 20 minutos. Entre os trechos de música tocados estavam composições alemãs dos séculos 17 e 18.
As peças foram também alteradas com programas de computador para que ficassem dissonantes.

Em três dos seis testes, os pesquisadores tocaram primeiro os trechos consonantes. Nos outros três, eles iniciaram o experimento com música dissonante. Nos seis testes, Sakura puxou o cordão muito mais vezes após ouvir música consonante do que quando ouviu música dissonante.

Surpresa: O experimento foi descrito em um artigo na publicação científica Primates. "Ficamos muito surpresos com a coerência dos resultados", disse Hashiya. "Ela rapidamente aprendeu a regra do mecanismo e consistentemente tocou música consonante, ao invés da dissonante, durante muito mais tempo."

A descoberta pode ter implicações importantes sobre como a capacidade de apreciar música evoluiu.
Os especialistas japoneses também acreditam que a preferência inata de chipanzés por melodias agradáveis possa ter alguma função biológica. Resta saber qual.

♪♪ = Música & Arqueologia?

. quinta-feira, 25 de junho de 2009
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Flauta de 35 mil anos é mais antigo instrumento musical do mundo

Primeiros humanos modernos da Alemanha produziram instrumentos.
Matéria-prima foi osso e marfim; para pesquisadores, é a origem da música.

Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo

A asa de um abutre e presas de mamute serviram de matéria-prima para produzir os mais antigos instrumentos musicais do mundo, afirma um estudo na edição desta semana da revista científica "Nature". São flautas encontradas em cavernas do sudoeste da Alemanha, testemunhas de uma aparente explosão de criatividade que tomou conta dos primeiros seres humanos a colonizarem a Europa.



As flautas de osso (a mais completa e bem preservada) e de marfim foram encontradas e analisadas pela equipe de Nicholas J. Conard, arqueólogo da Universidade de Tübingen (Alemanha) que é um dos maiores especialistas nessa aparente Semana de Arte Moderna que aconteceu há cerca de 35 mil anos, na Europa da Idade do Gelo.

Depois de remontada, a flauta de osso de abutre revelou ter quase 22 cm de comprimento (embora ela não esteja inteira, até onde os pesquisadores podem estimar; pode ser que ela fosse ainda mais comprida). Com cinco buracos para os dedos, os arqueólogos estimam que ele pudesse produzir uma variedade de notas tão grande quanto a da maioria das flautas modernas.


Antes da descoberta, alguns pesquisadores tinham proposto que os neandertais, nossos parentes extintos mais próximos, também tinham tradições musicais. No entanto, os instrumentos alemães apresentam a primeira prova inequívoca da existência de música entre seres humanos modernos ou seus parentes. Na mesma época, artes como a pintura e a escultura também estavam emergindo na Europa.

♪♪ = Música x Criminalidade?

. quinta-feira, 21 de maio de 2009
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Juiz cria projeto de música em favela para prevenir criminalidade

Em Recife, crianças e jovens têm aulas até de língua estrangeira.

A Favela do Coque, no Recife, é uma das comunidades mais pobres e com um dos maiores índices de criminalidade da cidade. O lugar é como tantos outros no Brasil, mas as coisas lá começaram a mudar. É mais um exemplo de projetos que podem ajudar a Justiça brasileira. A reportagem é a última da série exibida pelo Jornal Nacional esta semana sobre as dificuldades da Justiça brasileira e iniciativas para melhorá-la.

Na favela, olhando em volta, parece que não há futuro para as crianças, mas uma iniciativa investe na prevenção à criminalidade através da música. “Música e matemática se confundem, então quando essas crianças chegaram, eles não sabiam nada de nada”, diz o maestro Cussy de Almeida, lembrando do começo do projeto.

A escola de música e orquestra vai completar três anos e foi ideia do juiz João José Targino. "Prevenir é mais importante do que reprimir, do que remediar”, diz o juiz.

A orquestra tem 130 participantes, entre meninos e meninas, cheios de sonhos e histórias, como a Genilza. “Eu não sei te explicar, mas eu gosto dele, ele é uma extensão do meu corpo”, diz Genilza. No projeto, o ritmo é puxado.

A escola funciona dentro de uma unidade militar, que fica perto da favela do Coque. A escola é como uma segunda casa para as crianças. João Pedro, que toca violino, já sabe até onde a música poderá levá-lo. “ Vou querer tirar minha mãe do Coque, colocar num bairro calmo, que não tenha muita violência, vou, assim, construir a minha vida, uma família 'pra' mim."

Em casa, João tem pouco espaço para ensaiar, mas é um aluno dedicado e o maior orgulho da mãe, dona Rosângela. “O que eu quero dele é que ele seja um homem de bem, não quero casa, só quero que meu filho seja feliz, a felicidade dele é o que importa", diz a mãe.

As crianças e jovens da orquestra se apresentaram no Teatro Municipal para receberem um prêmio. Foi mais um reconhecimento ao talento e ao esforço deles em busca de uma vida melhor.


♪♪ = Música & Alzheimer?

. sexta-feira, 13 de março de 2009
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Música pode retardar Alzheimer
Melodias estimulam resgate da memória

Estudos feitos nos Estados Unidos indicam que pacientes com Mal de Alzheimer talvez possam retardar o desenvolvimento da condição por meio de musicoterapia.

O pesquisador Petr Janata, da Universidade da Califórnia, monitorou a atividade cerebral de um grupo de voluntários enquanto ouviam música e concluiu que a região do cérebro associada à música também está associada às memórias mais vívidas de uma pessoa. A área do cérebro parece servir de centro que liga música conhecida, memórias e emoções.

Seu estudo foi publicado na edição online da revista científica “Cerebral Cortex” e será incluído na edição impressa da revista, ainda neste ano.
Segundo Janata, a revelação pode ajudar a explicar por que música pode despertar reações fortes em pessoas com o Mal de Alzheimer.

A região ativada durante o experimento, o córtex pré-frontal (logo atrás da testa), é uma das últimas áreas do cérebro a se atrofiar à medida em que a doença progride.

“O que parece acontecer é que uma música conhecida serve de trilha sonora para um filme mental que começa a tocar em nossa cabeça”, disse o especialista.

“Ela traz de volta as lembranças de uma pessoa ou um lugar, e você pode de repente ver o rosto daquela pessoa na sua mente”.

“Agora podemos ver a associação entre essas duas coisas - música e memória”.

Trabalhos anteriores de Janata já haviam indicado que música serve como um potente estimulante no resgate da memória. De forma a aprender mais sobre o mecanismo por trás desse fenômeno, Janata reuniu 13 voluntários (estudantes da Universidade da Califórnia) para um novo estudo.

Enquanto os voluntários ouviam trechos de 30 canções diferentes em fones de ouvido, foram monitorados com um exame de ressonância magnética.

Para aumentar as chances de que os estudantes associassem ao menos algumas das canções com lembranças do passado, o pesquisador selecionou músicas que foram sucesso no período em que cada voluntário tinha entre oito e 18 anos de idade.

Depois de ouvir cada trecho, os participantes responderam perguntas sobre a canção, entre elas, se a música era conhecida, se era boa e se estava associada a algum acontecimento, incidente ou lembrança.

Logo após o exame de ressonância magnética, os voluntários completaram um questionário sobre o conteúdo e a vividez das lembranças que cada canção familiar havia despertado.
Os questionários revelaram que, em média, cada participante reconheceu entre 17 e 30 trechos.

♪♪ = Música e Deficiência Visual?

. terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
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Vasculhando as notícias on-line, deparei-me com uma excelente notícia e que diz respeito a um futuro colega meu do curso de música na UFRGS.

Abaixo transcrevo a reportagem do ClicRBS.


Jovem cego é aprovado no vestibular de Música da UFRGS
O pianista André Vicente da Silva passou no concurso deste ano



Quando recomeçarem as aulas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o curso de Música da instituição contará com um aluno especial. O pianista André Vicente da Silva, 20 anos, passou no concurso deste ano após superar não apenas a dificuldade das provas teórica e prática, as centenas de concorrentes e o nervosismo comum a qualquer vestibulando. Silva também sobrepujou a cegueira.

Nascido prematuro de seis meses, ficou cego ainda na incubadora do hospital, após receber uma dose de oxigênio que penetrou na corrente sanguínea e lhe danificou a parte posterior dos olhos. Poderia ser o início de uma longa e triste história, a ser contada ao som de um tango choroso. Mas o ritmo que marcou a vida do jovem André foi outro, inspirado pela alegria de Johann Sebastian Bach e pela serenidade de Tom Jobim, dois de seus compositores prediletos.

Ainda criança, jamais deixou de fazer o que o irmão três anos mais velho fazia. Para jogar futebol, enrolava um saco plástico ao redor da bola para se guiar pelo barulho. Para brincar de bolinha de gude, atirava as esferas a esmo até acertar. Com a mesma insistência, aprendeu a andar de bicicleta e a subir em árvores (e cair) como qualquer outro guri. Passar no vestibular foi apenas a última façanha.

Não que tenha sido fácil. Embora toque piano desde os 11 anos, quando se apaixonou pela música e começou a ter aulas práticas no Instituto Santa Luzia, de Porto Alegre, nos últimos três anos teve de aprender a ler partituras em braile. Como não pode percorrer o relevo do papel com uma mão e tocar as teclas do piano apenas com a outra, é obrigado a decorar as músicas que executa para liberar ambas e alcançar com precisão as 88 teclas.

— Para a prova prática, tive de decorar uma peça de uns seis minutos de duração — revela.

Sonho de se tornar professor de piano

Estudar para as disciplinas comuns do concurso, como português e história, foi outro desafio — este vencido com a ajuda carinhosa da mãe, Mara Inês da Silva, 46 anos. Nas noites de sábado, sobretudo nos três meses anteriores ao vestibular, ela se ocupava em ler para o filho a matéria que cairia no vestibular. Além disso, contou com antigos livros em braile e um computador com um programa que lê o que está escrito na tela.

— Todos ajudaram e torceram muito por ele — conta Mara, que mora com o filho e o marido, André Luiz da Silva, 51 anos, em uma casa de madeira no bairro Niterói, em Canoas.

No ano passado, Silva foi chamado como servidor concursado para trabalhar na prefeitura canoense. Seu sonho de se tornar professor de piano, manteve-se intacto. Começará a se concretizar amanhã, quando deverá fazer a matrícula na UFRGS.

Enquanto isso, além de continuar tocando gaita no grupo nativista Terra e Tradição, pratica seus dotes musicais no piano elétrico localizado em seu quarto e desenvolve composições próprias. Uma das mais destacadas é uma valsa que se chama, fazendo jus ao autor, Aventureiro.

fonte: ClicRBS.

♪♪ = Hotel para músicos?

. quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
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Hotel Amadeus Sevilha (Espanha) ganha prêmio de originalidade empresarial

Diferente e específico, com o nome escolhido a caráter. Assim é o hotel Amadeus, localizado na cidade espanhola de Sevilha e voltado para um público em particular.
Com apenas 19 apartamentos e uma sala de ensaio, os músicos contam com recintos a prova de som, ideal para ensaios de pianos, violinos ou guitarras e outros instrumentos - que também colocadas à disposição dos clientes e hóspedes.

O Amadeus está bem no centro da cidade andaluzia, em uma residência colonial do século XVIII, totalmente readaptada. Toda a sua decoração está dedicada à música clássica.

As chaves dos apartamentos tem a forma de instrumentos musicais e partituras. As salas contam com nomes musicais famosos como Beethoven, Mozart e Maria Callas. A gerente geral, María Luisa Guerrero, explica que decidiu pelo formato musical pois como “amante da música”, deu-se conta da dificuldade que tem as pessoas, profissionais ou estudantes, que passam por Sevilha e querem utilizar-se de seus instrumentos.

Com um publico de estrangeiros em sua maioria, o hotel Amadeus registra uma ocupação superior a 90% e acaba de ser escolhido pela prefeitura local com o prêmio de melhor e original iniciativa empresarial.

Fonte: BrasilTUR.
Veja o Site do
Hotel.

♪♪ = Música dá Cadeia?

. quinta-feira, 27 de novembro de 2008
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Jovem vai preso por cantar música dos Simpsons para a polícia



David Mullen cantou 'Porco-Aranha' e pegou três meses de prisão.No longa metragem, Homer cria a música para um porco de estimação.

A música que Homer Simpson canta para seu porco de estimação no filme "Os Simpsons" levou para a cadeia um jovem de 22 anos que havia se envolvido em uma briga.

A música que Homer Simpson canta para seu porco de estimação no filme "Os Simpsons" levou para a cadeia um jovem de 22 anos que havia se envolvido em uma briga.

David Mullen, morador de Blairgowrie (Perthshire, Escócia), era levado para uma delegacia depois de uma confusão de bar. Foi quando ele começou a cantar o tema do "Porco-Aranha", e os policiais não gostaram.

No filme, uma das cenas célebres mostra Homer Simpson cantando a música enquanto "arrasta" o "Porco-Aranha" pelo teto da casa, fazendo uma paródia da música tema de "Homem-Aranha".

Os policiais se sentiram ofendidos, e David foi condenado a três meses de prisão. Ele se defendeu, dizendo que cantou a música porque tinha ela como toque de seu telefone celular. A justificativa não convenceu.

Recentemente, David teve sua pena aumentada em oito meses. Ele, que estava cumprindo pena em liberdade, desrespeitou o toque de recolher em 30 de outubro e, em 2 de novembro, atacou um policial.
As autoridades dizem que o jovem abusa de álcool desde os 12 anos.


Se você não lembra de Homer cantando a música do Spider-man veja o vídeo abaixo (dublado).
Se você gosta trilha sonora veja esse post.

♪♪ = Instrumento: celular?

. segunda-feira, 27 de outubro de 2008
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Telefone celular vira instrumento musical

Usar o telefone celular apenas para fazer ligações já é coisa do passado.
O aparelho já virou câmera fotográfica, agenda, videogame e, acredite, até instrumento musical.

E é do Japão que vem a primeira orquestra, sim, de telefones celulares.Uma empresa de fabricante de videogames desenvolveu um programa que transforma alguns telefones em verdadeiros instrumentos musicais.

A idéia é dar um novo significado ao tão famoso mundo do karaoke. Os criadores dizem que a idéia é tornar a música clássica mais acessível aos jovens. O software transforma os sensores do aparelho e este é o resultado.
O celular reconhece os movimentos e reproduz o som do instrumento que foi escolhido.

O Japão é o quarto maior mercado de telefones celulares em todo o mundo. Só em 2007 foram vendidos mais de 51 milhões de aparelhos.


fonte: Band

♪♪ = Música Minúscula?

. terça-feira, 14 de outubro de 2008
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Guitarra, contra-baixo, violão e bateria a princípio não parecem novidade nenhuma, mas se eles compõe uma espécie de mini banda com bateria 12 vezes menor que o real e demais instrumentos 2 vezes menores, com certeza eles tinham que fazer parte do livro dos recordes.

O auditor do RankBarsil, Cadari, conferiu as medidas dos menores instrumentos musicais e reconheceu o recorde juntamente com a apresentadora Eliana. Os pequenos instrumentos foram tocados e aprovados pelo grupo Roupa Nova no palco do programa onde, como o próprio nome diz, "tudo é possível".

O criador destas pequenas obras de arte, que reproduzem o som da mesma forma que um instrumento de tamanho normal, é o paulista Romeu Casarotto, proprietário da Miniaturas Casarotto, uma empresa especializada na fabricação de réplicas em miniatura de instrumentos musicais, mesas de jogos e academias de ginástica.

Guitarrista apaixonado por música, Romeu explica que os instrumentos são produzidos com o mesmo material do qual são feitos os originais e montados semi-artesanalmente, visando à perfeição de cada peça.

As réplicas de instrumentos de Romeu são mesmo tão perfeitas que já conquistaram admiradores no Japão, Itália, Suécia, Holanda e Estados Unidos.

Confira abaixo mais detalhes sobre os instrumentos e os seus respectivos músicos:

Menor Guitarra Tocável do Brasil
Comprimento: 54 cm
Largura: 18 cm
Espessura: 4 cm
Músico: Alex Casarotto

Menor Contrabaixo Tocável do Brasil
Comprimento: 61 cm
Largura: 17 cm
Espessura: 4 cm
Músico: Silvio Luis

Menor Violão Tocável do Brasil
Comprimento: 55 cm
Largura: 18 cm
Espessura: 4 cm
Músico: Gustavo Vicente

Menor Bateria Tocável do Brasil
Altura: 11 cm
Largura: 18 cm
Profundidade: 12 cm
Músico: Ricardo Melo

Fonte: Rank Brasil

♪♪ = Música e Tecnologia?

. terça-feira, 23 de setembro de 2008
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Gravadoras tentam novo formato para vender música digital

SlotMusic, cartões microSD de 1GB, serão vendidos com álbuns a preço de CD; vídeos e encarte serão inclusos

Algo do tamanho de uma unha pode oferecer a indústria música um jeito de aumentar as vendas nas lojas físicas, já que as vendas de CD continuam a despencar.

As quatro maiores gravadoras planejam vender música em mini cartões de memória que podem ser inseridos em alguns celulares, tocadores de música digital e até nos CD players do carro.

Fabricados pela SanDisk, os cartões slotMusic devem estar à venda antes do feriado nas lojas americanas Best Buy Co. E Wal Mart. Nem a SanDisk ou as gravadoras souberam informar o preço de um cartão, mas falaram que seria possível compará-lo ao dos CDs.

Além de música, os cartões slotMusic virão com outros arquivos, como a arte da capa e contra-capa do disco e às vezes vídeo.

Como muitos novos formatos antes desse, o projeto slotMusic enfrenta grandes desafios para ganhar o grande público. Os executivos da indústria musical dizem não saber se a idéia vai pegar, mas que querem experimentar maneiras de distribuir seu trabalho.

A SanDisk é a segunda maior vendedora de tocadores de música digital, depois da Apple. Seu objetivo com o slotMusic é oferecer aos consumidores a possibilidade de ouvir música digital sem precisar usar o computador para isso.

"Para muitas pessoas, comprar música digital ainda é muito difícil", disse Rio Careff, vice-presidente da divisão de música digital da Universal.

"Há um segmento do mercado que pode tirar proveito de uma solução que combine os benefícios dos meios digitais e físicos", ele disse.

A Universal, maior gravadora do mundo, começará a disponibilizar 30 álbuns nos cartões slotMusic, incluindo lançamentos e coletâneas.

Por causa de seu tamanho diminuto, Caraeff espera que os lojistas coloquem o slotMusic em lugares onde normalmente não se encontraria música nas lojas - como no caixa do supermercado e em quiosques de shoppings.

A música que vem no slotMusic vem sem proteção de copyright, então pode ser usada em quase todos os computadores, celulares e MP3 players, mas não poderá ser tocada em um iPod, já que o aparelho não tem entrada para cartão microSD. Os cartões terão 1GB de memória, e as canções serão copiadas em alta qualidade.

Durante os testes com consumidor final, o slotMusic foi bem recebido entre adolescentes que queriam testar a nova tecnologia, bem como entre jovens mulheres, já no mercado de trabalho, que queriam ouvir música digital mas não tinham tempo para pesquisar o que comprar um site, disse Daniel Schrieber, vice-presidente e gerente geral da unidade de negócios de áudio e vídeo da Sandisk.

Mike McGuire, analista de uma empresa de pesquisas chamada Gartner, disse que o slotMusic enfrenta vários desafios, incluindo fazer com que as pessoas aceitem um novo formato, mas que o maior desafio deve ser que o iTunes, da Apple, e outros serviços de vendas de música online, acostumaram os usuários a comprar uma música de cada vez, e fazer suas próprias seleções.

"Para muitos dos que estão online já há algum tempo, será difícil vender", disse.

Fonte: estadão

♪♪ = História do Violão?

. quinta-feira, 18 de setembro de 2008
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Exposição apresenta História do Violão

Do Diário do Nordeste

24 peças artesanais mostram a trajetória de um dos instrumentos mais antigos e populares do mundoSobral. Uma série de réplicas de instrumentos muito antigos, como “vihuella”, viola renascentista, alaúdes, entre outras, está em exposição no espaço cultural do Memorial do Ensino Superior de Sobral (MESS). Réplicas de raridades, que percorrem da arte barroca, renascentista e romântica, demonstradas em instrumentos que deram origem ao violão, fazem parte da exposição “A História do Violão”, que está aberta ao público até amanhã, com entrada gratuita.

A mostra conta com realização de uma oficina, com uma abordagem histórica do instrumento, desde os primórdios até os dias atuais.

A exposição, que foi organizada pelo construtor de instrumentos artesanais, Joaquim Pinheiro, e promovida pelo Sesc, em parceria com a Pró-Reitoria de Cultura da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), mostra a trajetória de um dos instrumentos mais antigos e populares do mundo. A exposição também já percorreu 67 municípios. Conta a história de instrumento que remete ao som da saudade, do amor, tristeza, alegria. “O violão, tal qual o conhecemos hoje, é o resultado da evolução histórica de uma diversidade de instrumentos musicais de cordas desde o século XVI, marcando uma trajetória que se estende até fins do século XIX”, explica.

Em “História do Violão”, o público tem a oportunidade de conferir toda a evolução do instrumento de corda. Ao todo, estão expostas 24 peças, réplicas idênticas de originais pertencentes a museus e coleções particulares da Espanha, Áustria, Alemanha, Itália, França, Inglaterra, Estados Unidos e Brasil. O visitante pode ter contato também com modelos que já foram usados desde a Idade Média até o século XIX: alaúdes medievais, renascentistas e barrocos, guitarras e violas dos vários períodos.

Os instrumentos em exposição são resultado de 30 anos de trabalho de Joaquim Pinheiro em parceria com o luthier — artesão que constrói os instrumento da exposição — Jorge Vieira. Segundo Joaquim Pinheiro, a história mais recente do violão é datada do ano de 1275, quando os árabes, indo pela Península Ibérica, entraram na Europa, mais precisamente pela Espanha.

Segundo Joaquim Ribeiro, a mostra das réplicas de violões antigos deve ser apreciada por leigos e estudiosos, já que a história é um bem de todos, democrático, para qualquer idade, classe social e nível de conhecimento. “O acervo foi surgindo durante meu trabalho, meu gosto pela música. Acredito que essa exposição esteja chegando a milhares de pessoas em diferentes lugares. Isso é maravilhoso”, diz.

Biografia

O carioca Joaquim Fernando Guimarães Pinheiro é conhecido, há 30 anos, pelos amantes da música antiga como um dos poucos construtores de réplicas de instrumentos antigos de corda. Além dele, o luthier cita Luciano Faria, ex-aprendiz, que fabrica o alaúde e a guitarra barroca, e também o seu mestre e companheiro, Jorge Vieira. Na época do auge da música antiga, entre os anos 70 e 80, muitos caíram nas graças dos instrumentos produzidos por Joaquim. Alguns deles se tornaram importantes, os quais cita Mário Orlando, com a viola da gamba - espécie de violão que se toca com arco, e é mais antigo que o violino. Antecede um pouco o descobrimento do Brasil.Durante os 30 anos dedicados à construção de instrumentos, suas mãos produziram em torno de 400 peças. O interesse em reproduzir essas relíquias surgiu na época em que Joaquim se preparava para se aposentar como diretor financeiro de uma empresa multinacional no Rio de Janeiro. “Eu era aficionado por música antiga e por muitos anos tive a idéia de fazer uma tarefa artística que me levasse a viajar. Eu não sabia nada e nunca tinha entrado numa oficina, pois eu era um camarada de escritório, mas decidi prosseguir”, ressalta.Foi quando ele conheceu o luthier Guido Páscole, o maior que havia na época, professor de luteria no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, e a partir daí não parou mais.Se especializou nos Estados Unidos com Lyn Elder e montou sua própria oficina para o trabalho no Brasil.

♪♪ = Música e Cães?

. domingo, 14 de setembro de 2008
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Grupo de cães grava música
Artista reuniu animais para homenagear um cão herói, na década de 30

Do Jornal Portugal Diário

O artista Richard Higlett decidiu gravar os uivos produzidos por um coral de cães, no País de Gales. O artista ouviu mais de 30 animais para conseguir escolher oito para participarem no projecto, noticia a BBC.

A gravação será a base da música «A song for Jack», uma homenagem a Swansea Jack, um retriever herói que salvou várias pessoas de se afogarem num cais em Swansea, na década de 30. «Eu não sabia como os cães se iriam comportar dentro de um estúdio, mas eles superaram as minhas expectativas», afirmou o artista.

Richard Higlett formou o grupo a pedido de uma organização não-governamental, a Locws Internacional, dedicada às artes, para ser apresentado no Festival de Música e Artes de Swansea, no dia 5 de Outubro (em Portugal).

Entre os "vedetes" convidados estão dois Shih-tzus e um border collie.

Curioso? Veja o vídeo





Coloque Solos de Sax, Trompete e Violão na cerimônia de seu aniversário, casamento, etc...

Chords Musical é um grupo especializado em Música ao Vivo para eventos e cerimônias.

Trabalhamos para aumentar o grau de satisfação de seus convidados proporcionando música ao vivo com Dueto de Sax, Sax e Violão, Sax e Trompete, Sax e Teclado, e outras combinações de instrumentos, e isso não lhe custa caro.

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♪♪ = Música e Saúde 4?

. quinta-feira, 11 de setembro de 2008
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Música pode diminuir depressão em pacientes com Alzheimer
fonte: Agencia Estado

Ouvir música pode contribuir no tratamento de dores crônicas que acometem pacientes nas fases mais avançadas do Alzheimer. A comprovação veio de pesquisa realizada pela Cleveland Clinic Foundation, nos Estados Unidos, e divulgada pelo Journal of Advanced Nursing .


O mal de Alzheimer atinge cerca de 25 milhões de idosos em todo o mudo. Com a música, os cientistas perceberam que o índice de depressão em conseqüência da dor crônica entre os 60 voluntários que participaram do estudo diminuiu 25%.

"Os elementos da música como som, ritmo, melodia e harmonia auxiliam os velhinhos a melhorar o seu quadro clínico e prevenir o agravamento de algumas patologias. Além disso, essa atividade tem o intuito de aumentar a disposição física e mental do idoso, integrá-los com as pessoas que estão no ambiente em que passam a maior parte do dia e, conseqüentemente, melhorar sua qualidade de vida", afirma Carolina Hipólito, musicoterapeuta do centro-dia Espaço Senior, por meio de sua assessoria.

A musicoterapia é um tratamento para melhorar e promover comunicação, aprendizagem, expressão e bem-estar usando a música. Carolina indica que idosos com Alzheimer podem retardar a demência quando fazem esse tipo de tratamento. Ela explica que é possível inclusive estabilizar o quadro clínico, pois a musicoterapia lida com cada idoso individualmente, ainda assim trabalhando seu desenvolvimento em grupo.

Além do uso da música, é possível avaliar as atividades que o paciente pode realizar pela terapia ocupacional, e assim ajudá-lo a se readaptar ao ambiente, na realização de tarefas rotineiras, como cozinhar, tomar banho, passear, entre outras coisas.

A combinação do tratamento de musicoterapia com terapia ocupacional pode diminuir a ansiedade, complicações cardíacas, aumentar a disposição física e mental, melhorar a resistência física, estimular bom humor e melhorar a concentração nas atividades intelectuais, segundo especialistas do Espaço Senior, em São Paulo.

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♪♪ = Música e Pedagogia?

. quarta-feira, 10 de setembro de 2008
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Um novo olhar para o ensino de música nas escolas

Por Giuliana Reginatto

Uma algazarra infantil na sala do 4º ano calava o som do alfabeto, repetido à exaustão pela professora. "O ano estava no fim quando vimos que os alunos precisavam de reforço. Métodos tradicionais de alfabetização não funcionavam, as crianças estavam agressivas", diz a educadora Isa Stavracas, da E.E.Professor Joaquim Torres Santiago, na zona leste de São Paulo.

Um rádio virou instrumento pedagógico naquele 4ª ano como medida de emergência. "Para que recuperassem o interesse propus uma alfabetização por meio das músicas", lembra Isa. Bem-sucedida, a empreitada subsidiou uma pesquisa aprofundada sobre o tema, documentada na dissertação de mestrado "O Papel da Música na Educação Infantil", deste ano. O momento não poderia ser mais oportuno para o assunto: o Governo acaba de decretar o retorno da educação musical à grade curricular do ensino público.

Isa lembra que usar música como recurso pedagógico eventual é diferente de criar um processo de musicalização que permeie toda a educação infantil. "Os professores não têm consciência da importância da música. Ela pode ser usada para trabalhar várias áreas. Um piano é matemática pura! Na alfabetização é possível usar elementos musicais similares ao som das letras. A música favorece até o convívio social das crianças", garante.

No campo da neurociência, não faltam dados que vinculam o estudo da música ao desempenho intelectual. "A música desenvolve novas habilidades cognitivas e ajuda a lidar melhor com as emoções, a diminuir comportamentos agressivos. É usada para tratar crianças com hiperatividade, distúrbios de atenção e de linguagem", enumera a musicoterapeuta Sandra de Moura Campos Oliveira, da Faculdade Paulista de Artes.
Em São Paulo, uma pesquisa com 48 mil alunos do Projeto Guri - programa musical da Secretaria Estadual de Cultura - atestou que 62% dos participantes tiveram melhor rendimento escolar após o contato com a prática musical. Não é à toa que a rede particular tem investido na área há décadas. Nas escolas da pedagogia Waldorf, aplicada no Brasil há mais de 50 anos, música é disciplina de base, com três aulas semanais.

"Na pedagogia Waldorf a música está no currículo desde o 1º ano do fundamental. Ela tem uma amplitude formativa, não é atividade recreativa. A música interage com outras matérias, por meio dela se trabalha os processos acústicos do som, a história dos instrumentos, as diferenças culturais", sugere o professor Luciano Jelen Filho, que leciona há 26 anos no Colégio Waldorf Micael de São Paulo, sobretudo no ensino de flauta. "No 3º ano introduzimos as cordas, por meio do violino, e só depois trabalha-se com teoria musical", completa.

Na opinião da maestrina Erika Hindrikson, do Instituto Callis, a educação musical pode aprimorar o gosto musical no País. "Cresce o interesse por 'pseudomúsicas', mas ninguém pode gostar de outra coisa se não conhece outra coisa. O objetivo não é formar músicos, assim como não se espera que a educação física gere atletas. A música é uma linguagem universal, deveria estar ao alcance de todos, e não ser vista como elitista", diz. Ela participa do Camerata Callis, projeto que leva concertos grátis até a rede pública.

A educadora musical Teca de Brito, que trabalha no ramo há 32 anos, critica a preocupação com o aspecto funcional da música na educação. "Os benefícios que ela traz, como a percepção auditiva, a coordenação e essa integração entre corpo, intelecto e emoções são conseqüências. A música deve ser buscada com um fim em si mesma, não como elemento secundário, trabalhado em função de outras habilidades", conclui.

LEI
3 anos - É o prazo que as escolas públicas do ensino fundamental terão para cumprir a lei que determina o retorno da educação musical à grade curricular.

Assinada pelo presidente do País no último dia 18, a lei foi criticada por vetar a obrigatoriedade de profissionais específicos no ensino da disciplina.

Acompanhe o desenrolar da aprovação. Leia mais em:

Música nas Escolas5

Música nas Escolas4

Música nas Escolas3

Música nas Escolas2

Música nas Escolas

♪♪ = Música e Moda?

. domingo, 7 de setembro de 2008
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A pretensão do Oi Fashion Music é explorar a poderosa união entre a linguagem da moda e a linguagem da música, para chegar ao resultado estético dessa influência mútua, que promete assanhar os sentidos. E o faz com grandes nomes da música brasileira.A organizadora do evento – também à frente do Fashion Rio –, Heloísa Simão, lembra que esse casamento é antigo e está registrado na história. “Os concertos musicais eram momentos em que as pessoas usavam suas melhores roupas, de preferência de veludo, tecido que não atrapalha a pureza do som dos instrumentos“, cita.
Os artistas escolhidos para a noite deste domingo, 7, também têm o poder de tornar mais visível esse laço estético “Como a moda tem diversos estilos, procuramos trazer músicos, também, de diversos estilos“, comenta a produtora de moda do evento, Lili Clarck.A idéia é que a música cantada por cada um deles funcione como uma ferramenta a mais para evidenciar o que está sendo mostrado nas passarelas. “Moda e música se combinam, uma utiliza a outra como referência, e é essa relação que a gente quer reafirmar“, diz ela.


♪♪ = Música e Cinema em PoA

. quarta-feira, 3 de setembro de 2008
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Philip Glass admite desânimo com a produção hollywoodiana


Músico opinou sobre cinema no Fronteiras do Pensamento
Gabriel Brust gabriel.brust@zerohora.com.br

Philip Glass é um dos compositores mais influentes da música contemporânea, mas o assunto que prevaleceu durante a passagem do norte-americano por Porto Alegre, na noite desta segunda-feira, foi o cinema.

Glass admitiu o desânimo com a produção hollywoodiana. Em sua participação no seminário Fronteiras do Pensamento, ontem , Glass também falou de arte e música, intercalando trechos de suas composições interpretadas ao piano. À tarde, em entrevista coletiva, o compositor, revelou por que, depois de assinar trilhas famosas, como as dos filmes O Show de Truman e As Horas, afastou-se do cinema:
— A principal mudança que observei nas últimas décadas foi no que se espera da arte.
Nos anos 60, (Jean-Luc) Godard e (François) Truffaut tinham o conceito de cinema como algo autoral. Nos últimos 20 ou 30 anos, o cinema é controlado por produtores e estúdios. A primeira informação que lemos sobre um filme é a bilheteria que ele fez na semana de estréia.

Não é o caso, explicou Glass, de negar a importância da arte popular. — Na Europa Ocidental, arte e entretenimento sempre coexistiram. Verdi e Puccini, por exemplo, eram populares. Mas hoje em dia até projetos artísticos financiados antecipadamente, que não visam lucro, são considerados apenas pela quantidade de público. Van Gogh não vendeu um único quadro em vida, e seu irmão era um marchand — exemplificou o compositor.

Mais sobre P. Glass

Philip Glass (Baltimore, 31 de janeiro de 1937) é um compositor americano e está entre os compositores mais influentes do final do século XX. Sua música é normalmente chamada de minimalista, embora ele não aprecie esta expressão.

É um compositor muito prolífico tendo produzido inúmeros trabalhos entre óperas, sinfonias, concertos, trilhas sonoras para filmes e outros trabalhos em colaboração com outros músicos. Tem dois filhos e atualmente possui residência no estado de Nova Iorque nos Estados Unidos e na província da Nova Escócia no Canadá.

Entre as obras produzidas por Glass podemos citar Satyagraha (1980) baseada na vida de Mahatma Gandhi que inclui diversos mantras. Compôs também a ópera Itaipu (1989) referindo-se a usina de mesmo nome que possui texto em guarani. Também é dele Days and Nights in Rocinha (1997) que foi escrita após uma visita de Glass a favela da Rocinha antes do Carnaval.Glass compôs trilhas sonoras para diversos filmes, começando por Koyaanisqatsi (1982), dirigido por Godfrey Reggio que está entre as trilhas sonoras mais influentes.

Podemos citar também como trabalhos na área de trilha sonora para filmes Mishima (1985), Kundun (1997) sobre o Dalai Lama, a trilha sonora dos demais documentários da trilogia Qatsi em Powaqqatsi (1988) e Naqoyqatsi (2002), além de The Truman Show (1998) que usou partes das trilhas de Mishima e Powaqqatsi e The Hours (2002) o qual recebeu uma indicação para o Óscar. Recentemente produziu a trilha para os filmes The Illusionist (2006) e Notes on a Scandal (2006), este último lhe rendendo uma indicação ao Óscar de melhor trilha sonora.


Veja o vídeo com a trilha de As Horas



Além de trabalhos sinfônicos, Glass também possui fortes ligações com rock e música eletrônica, sendo que o artista de música eletrônica Aphex Twin já colaborou com Glass. Vários outros artistas foram influenciados por sua obra como Mike Oldfield, John Williams e bandas como a Tangerine Dream. Possui um estúdio freqüentado por artistas famosos como David Bowie, Lou Reed e Björk, chamado Looking Glass.

♪♪ = Música e impostos?

. sexta-feira, 22 de agosto de 2008
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Instrumentos musicais poderão ter tributação reduzida


O deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) apresentou projeto de lei (PL 3623/08) para reduzir a tributação incidente sobre a produção e a venda de instrumentos musicais, para baixar o preço desses produtos. Valdir Colatto lembra que 40% do preço de instrumentos musicais é constituído por tributos.

O projeto isenta as operações com instrumentos musicais dos seguintes tributos: Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros (II) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O PIS/PASEP e a Cofins também serão eliminados na importação de instrumentos musicais, caso o projeto seja aprovado.

O deputado cita que, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), cerca de 40% do preço da "cesta básica de instrumentos musicais", composta por 33 itens, corresponde a tributos. Entre os instrumentos da cesta, os menos tributados são o carrilhão com estante (38,84%), o reco-reco (38,84%) e o pandeiro (39,03%). Os mais tributados são o microfone, com 47,89%, e as caixas de som (47,01%).

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
- PL-3623/2008

♪♪ = Música nas Escolas5

. terça-feira, 19 de agosto de 2008
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Lula sanciona lei que torna música aula obrigatória

Folha de S.Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem projeto de lei, aprovado na semana passada pela Câmara dos Deputados, que torna obrigatório o ensino de música dentro da área de artes em todas as escolas do país.

A Casa Civil informou que Lula vetou o artigo que previa que os professores tivessem formação específica na área. O texto da lei deve ser publicado na edição de hoje do "Diário Oficial" da União.

O Ministério da Educação tem posicionamento favorável à proposta, segundo Marcelo Soares Pereira da Silva, diretor de Concepções e Orientações Curriculares para a Educação Básica da pasta.

De acordo com Silva, a lei vale para os ensinos fundamental e médio, mas as definições sobre em quantos anos o ensino de música será ministrado e com que periodicidade vão caber aos conselhos estaduais e municipais de Educação, em parceria com os governos locais.
Proposta pela senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), a obrigatoriedade do ensino de música foi defendida por artistas como Francis Hime e Daniela Mercury, em audiência com o ministro Fernando Haddad (Educação).

"A música é estratégica para o desenvolvimento da sociabilidade e tem uma enorme força de transdisciplinaridade", diz o compositor Felipe Radicetti. Ele cita estudos que mostram que o ensino de música tem impacto no aprendizado de disciplinas como matemática.
Leia mais sobre o assunto:

♪♪ = Música e Esportes?

. segunda-feira, 18 de agosto de 2008
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Independentemente da modalidade, a música tem se mostrado um elemento cada vez mais presente na motivação dos atletas antes das competições.



Um dos casos mais representativos é o do nadador Michael Phelps, que conquistou neste domingo a sua oitava medalha de ouro e bateu o recorde que era do seu compatriota Mark Spitz, que em Munique-1972 levou sete.

Phelps disse que ouve cada vez que vai à piscina do "Cubo d'Água a canção "Go Getta", de Young Jeezy (hip hop). - Eu a ouvia nos mundiais do ano passado, e em todas as competições - afirma.
Meia hora antes de cada disputa, Phelps escolhe uma música de rap ou hip-hop para se motivar. Seus outros cantores favoritos são Snoop Dogg, 50 Cent e Eminem.

Diego, da seleção brasileira, recorre ao samba e ao rap antes dos jogos. Ronaldinho também escolhe música brasileira, mas também canções melódicas de Marc Anthony.

O psicólogo Costas Karageorghis estudou durante duas décadas o uso da música entre os atletas e chegou à conclusão de que ela distrai a mente da fadiga e os estimula emocional e psicologicamente.

Os jogadores da seleção espanhola de basquete ouviam no Mundial-2006 do Japão, onde acabaram campeões, o tema "El busto", de Ricky López, que relaxava antes do jogo. O tenista Rafael Nadal confessou que ouve canções do grupo mexicano Maná, dos americanos Bon Jovi e do canadense Bryan Adams.
fonte: Globo Esporte

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Vou sempre colocar aqui algum vídeo musical interessante que eu encontrar no youtube. Esse é o terceiro vídeo que coloco aqui, o The Voca People que estarão aqui em Porto Alegre, direto de Tel Aviv: